COMO SOBREVIVER AO CÂNCER DE PRÓSTATA SEM CIRURGIA

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Não seria ótimo ter uma terapia que não envolvesse os altos custos e perigos de cirurgias,medicamentos ou radiação? Peter Starr, cineasta premiado, produziu recentemente o documentário Surviving Prostate Cancer Without Surgery, Drugs, or Radiation (Como sobreviver ao câncer de próstata sem cirurgias, medicamentos ou radiação). Ele também está no processo de escrever um livro sobre o mesmo assunto. Em junho de 2014, ele foi diagnosticado com câncer de próstata, e, como revela o título do seu filme e livro, hoje, 11 anos mais tarde, ele ainda está aqui para compartilhar sua história.

Por que Peter decidiu tomar um caminho menos conhecido para tratar seu câncer.

Peter passou 35 anos fazendo documentários antes de se tornar dublê, dirigindo motocicletas. Ele sofreu um acidente grave em 1999 e ficou incapacitado de trabalhar por quase nove meses. Quatro anos mais tarde, foi diagnosticado com câncer de próstata. “Isso é importante porque mais tarde eu aprendi sobre os traumas emocionais que criam a fonte ou acionamento, se preferir, do mecanismo do câncer”, diz ele. Assim como a maioria dos homens, Peter seguiu rigorosamente o protocolo padrão de fazer o exame anual do antígeno prostático específico (PSA) e, quando o exame digital retal (EDR) revelou uma área de preocupação, ele seguiu as ordens do médico de fazer uma biópsia.

“Não houve nenhum questionamento sobre o que era uma biópsia, o que ela faria, o que se podia saber com ela e quais seriam os efeitos depois dela. Eu fazia parte do rebanho. Apenas fui e fiz a biópsia. Um dia depois, o urologista me ligou e em cerca de oito segundos, ele disse: “Sim, você tem um câncer. Eu quero que você leia este livro do Dr. Patrick Walsh e depois venha me ver”, e desligou. Tudo o que eu ouvi foi câncer, a palavra maldita. Pirei como a maioria das pessoas. Precisei de uns quatro dias para compreender que eu podia lidar com isso. Lidar com isso, para mim, era “Sim, vá atrás daquele livro”. Fui a várias bibliotecas, livrarias e lojas de livros especializados em saúde. Não encontrei aquele livro específico, mas o que encontrei foi um livro do Dr. Larry Clapp intitulado Prostate Health in 90 Days (Próstata saudável em 90 dias).

Busquei a opinião de mais alguns médicos… Quando meu urologista disse: “Você tem que fazer uma prostatectomia radical”, eu não fiz. Naquela época, eu não tinha plano médico, então perguntei a ele: “Quanto custará isso?” A resposta foi US$ 43.000, quantia que eu não dispunha. Peter saiu do consultório e jamais voltou. Em vez disso, começou a ler e a conversar com as pessoas para aprender tudo o que podia sobre ideias convencionais e não convencionais relacionadas ao tratamento do câncer de próstata. Acabou elaborando o seu próprio programa e, três anos mais tarde, não encontraram mais nenhum sinal de câncer na próstata. Tudo o que encontraram foi uma lesão benigna. Como prevenção, ele segue monitorando com o exame anual de ultrassom 3D com Doppler colorido. “Depois de cerca de quatro anos, não havia nada com o que se preocupar”, diz ele, “mas eu tinha encontrado todo esse material incrível… então comecei a fazer um documentário”.

56 médicos falam sobre o tratamento alternativo do câncer de próstata

Viajando por oito países em três continentes, ele entrevistou médicos sobre vários aspectos da sua especialidade. No total, são 56 médicos que falam no filme — doutores em medicina, médicos osteopatas, médicos naturopatas e alguns doutores com PhD que não exercem a medicina mas fazem muita pesquisa. “Todas as pessoas no documentário são altamente certificadas. Tivemos uma versão mais curta do filme que foi exibida na PBC recentemente e houve médicos reclamando  que esses médicos eram de vodu; tive que ir até o chefe de programação da emissora e dizer: “Olhem as certificações dessas pessoas!” Parece que você não pode atacar o pensamento convencional porque é assim que eles ganham dinheiro e isso é tudo que aprenderam. Eles não têm disposição para sair disso. Juro, se algum desses caras tivesse câncer de próstata, eles mudariam totalmente o pensamento se vissem o que eu aprendi”, afirma Peter. Embora o câncer de próstata seja comum, ele tem uma taxa de sobrevivência de quase 90% depois de diagnosticado. Nos 221.800 homens diagnosticados todo ano, 27.500 morrem da doença. Conforme observado por Peter:

“Houve um estudo na Inglaterra recentemente, mostrando que se você não fizer nada a respeito do câncer de próstata, você viverá tanto quanto se tivesse feito o tratamento convencional. Eu sei que isso é estatística e que algumas pessoas obviamente morreriam e outras não. Mas quando você olha essa estatística, é algo totalmente ignorado pela medicina em geral”. A biópsia não é uma ferramenta de diagnóstico livre de riscos Peter também analisa o processo de diagnóstico, que inclui a biópsia se o nível de PSA for próximo a 4. Para fazer a biópsia, é inserida uma agulha na sua próstata cerca de doze vezes, o que tende a causar sangramento grave. Vários médicos ainda usam o ultrassom comum para localizar a área suspeita da próstata, portanto, existe o risco de errar totalmente a área do câncer. Uma visão mais clara da próstata pode ser obtida com Doppler colorido 3D ou ressonância magnética. O interessante é que, na Europa, nenhum tratamento é realizado se a pontuação de Gleason der 6. Em vez disso, eles incentivam um “monitoramento cuidadoso”. A pontuação de Gleason de Peter era 7, o que, nos Estados Unidos, significa que a cirurgia é altamente recomendada. Na verdade, o médico o avisou que ele morreria se não a fizesse. Receber a notícia de que você está enfrentando a morte é suficiente para que a maioria das pessoas entre no trem e faça o que o médico mande. Segundo Peter, cerca de 70% dos homens tomam a decisão de fazer a cirurgia 48 horas após o diagnóstico, e todo o sistema é armado para empurra-lo nessa direção.

Existe uma forma melhor de detectar o câncer de próstata?

Há muita controvérsia sobre o exame de PSA como exame de triagem. O PSA é um indicador de inflamação, e a inflamação pode ser um indicador de problemas de saúde além de prostatite, hiperplasia prostática benigna ou câncer. Conforme abordado por Peter, o PSA é de forma alguma um exame definitivo e não deveria ser a única base para a decisão de fazer uma biópsia, já que a própria biópsia pode causar danos graves. Baseado em sua pesquisa, ele acredita que a melhor opção é fazer o exame digital retal todo ano. O médico consegue sentir a próstata para saber se está rígida ou se há nódulos perceptíveis. Então, em vez de fazer uma biópsia imediatamente, Peter recomenda fazer um ultrassom 3D com Doppler colorido primeiramente.

Vários pacientes morrem devido ao tratamento convencional do câncer de próstata.

O pai de Peter também foi diagnosticado com câncer de próstata e acabou morrendo. Mas não de câncer, diz Peter, e sim do tratamento. Ele conseguiu recuperar os prontuários médicos do seu pai e descobriu que ele foi tratado com um medicamento chamado Flutamida.

“A Flutamida é o equivalente inglês do Lupron ou Casodex nos Estados Unidos, que significa basicamente tornarse um eunuco. É uma castração química. Corta a testosterona. O que matou meu pai foi um ataque cardíaco. Na certidão de óbito diz infarto do miocárdio. “Ele morreu de ataque cardíaco porque durante os anos que ele estava tomando a Flutamida, seu corpo encolheu, seus músculos encolheram, seus ossos encolheram e seu coração parou. Mas ele não morreu de um ataque cardíaco; ele morreu devido ao uso contínuo de um medicamento antitestosterona”.

Medicamentos como esse são recomendados às vezes porque existe um derivado da testosterona, a dihidrotestosterona (DHT), que parece catalisar o desenvolvimento do câncer de próstata. Mas ela é totalmente diferente da testosterona normal e natural. Através da pesquisa, Peter descobriu que os homens com testosterona livre alta não contraem o câncer de próstata. Os homens com testosterona livre baixa e alto nível de estrógenos apresentam câncer de próstata. “Uma das coisas que eu recomendo é fazer um exame de saliva de todos os oito hormônios masculinos e pedir que um médico dê uma olhada”, diz ele. “Deixe o médico lhe dizer se está alto ou baixo ou se algo deve ser feito”. O Dr. Abraham Morgentaler, por exemplo, fornece testosterona (oral ou injetada) aos seus pacientes com câncer de próstata, e ele descobriu que ela oferece a eles uma qualidade de vida melhor, sem qualquer efeito adverso ou negativo.

O componente emocional do câncer de próstata

Muitos talvez achem surpreendente que o elemento emocional possa ter um impacto importante sobre o câncer de próstata, tanto em termos de acionamento quanto de tratamento bem sucedido. A primeira vez que Peter soube disso foi lendo sobre o trabalho do Dr. Ryke Geerd Hamer na German New Medicine (GNM), mas ele não acreditou em tudo até conhecer o Dr. Gilbert Renaud. Mais tarde, ele também entrevistou o Dr. Bruce Lipton, uma das principais autoridades sobre como as emoções podem influenciar a expressão genética, explicado em detalhes em seu excelente livro, “The Biology of Belief” (A biologia da crença).

Geralmente, os piores estragos emocionais ocorrem antes dos 7 ou 8 anos, uma idade em que o córtex racional, que ajuda a resolver alguns desses problemas, não está funcionando de modo ideal porque ainda não está maduro. Isso pode danificar profundamente o sistema de circuitos do seu corpo e mata-lo  50 a 60 anos mais tarde. Por todas essas razões, o programa de Peter dá importante enfoque à resolução e liberação dos traumas emocionais. Peter criou a Healing Arts Education Foundation, que trabalha no intuito de oferecer programas a grupos masculinos, como o Rotary Club, para ensinar os homens sobre a saúde da próstata e as opções de tratamento natural. A prevenção é claramente a melhor estratégia, porém, é importante entender que o diagnóstico do câncer de próstata não é uma sentença de morte automática.

A maioria dos homens terá tempo de buscar rotas alternativas de tratamento antes de ir para o bisturi. Caso você se encontre com um diagnóstico de câncer de próstata, as recomendações gerais de Peter estão resumidas a seguir.

Quatro passos para curar o câncer de próstata naturalmente

  1. Sangue: como primeira medida, Peter recomenda fazer uma análise de teste de 62. Se for identificada uma deficiência nutricional, são sugeridos suplementos para corrigila. A vitamina D é particularmente digna de atenção aqui, já que a deficiência de vitamina D está fortemente associada ao câncer de próstata. O ideal é que seu nível fique em 70-100 ng/ml se você tem câncer. Verificar a resistência à insulina também é importante. Se você apresenta essa resistência, precisa ter cuidado especial em reduzir o açúcar; o ideal seria limitar o consumo total de frutose de todas as fontes para menos de 15 gramas por dia. Evite produtos de origem animal de operações de alimentação de animais em confinamento (CAFOs), uma vez que esses animais são criados à base de hormônios, antibióticos e grãos geneticamente modificados contaminados com gliofosato. Os alimentos processados em geral são a maldição da boa saúde, principalmente quando você está tentando curar o câncer.

Peter também recomenda o jejum, que eu acredito que seja um bom conselho, principalmente se você for resistente à insulina. Recomendo o jejum intermitente e ele não precisa ser um compromisso duradouro. Assim que a resistência à insulina tiver sido resolvida, você poderá voltar a comer normalmente.

  1. Toxinas: depois, ele recomenda fazer uma análise em busca de toxinas, através do exame de urina e fezes. Se for encontrada toxicidade, é elaborado um programa de desintoxicação. Embora os metais pesados sejam uma preocupação, o cálcio também é um fator aqui, já que vários homens têm calcificação na próstata que precisa ser eliminada. As estratégias de descalcificação da próstata incluem a vitamina K2 ou um produto chamado Detoxamin.
  2. Hormônios: um exame de saliva é realizado para verificar os hormônios.
  3. Emoções: O quarto e último passo é resolver os traumas emocionais. Os homens não gostam de lidar com suas emoções, mas eles precisam fazer isso. Embora existam várias alternativas, uma das minhas favoritas, cuja eficácia foi verificada cientificamente, é a Técnica de Liberação Emocional (EFT). Essa técnica de golpes não invasiva e simples de aprender pode ajuda-lo a liberar emoções presas em seu corpo, mesmo que você não saiba bem a origem do trauma.

 

Fonte: http://media.mercola.com/assets/html/mercola/citation.htm

 

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